O trabalho de pesquisa tem a frente o arqueólogo Antônio Canto, do Setor de Pesquisas Arqueológicas e Sociais (Sepas). As primeiras escavações e limpeza da área foram iniciadas em outubro passado após assinatura de ordem de serviço autorizando o início dos trabalhos. Antônio Canto, acompanhado de representantes da Copac, arquitetos e engenheiros, vistoriaram os casarões e realizaram medições na área.
“O cronograma inclui trabalho em dois casarões por mês, até cumprir o prazo programado de 150 dias, que equivale a cinco meses ininterruptos de pesquisa na área. Nesta fase, estão sendo realizados os levantamentos geográfico, cartográfico e iconográfico”, afirmou Antônio Canto.
Para a educação patrimonial compartilhada com a sociedade civil, a assessora pedagógica da Copac, Lane Aires, defende que alunos de cinco escolas municipais situadas no entorno do Centro Histórico, possam conhecer o trabalho, o local e a história. “Essa iniciativa tem o objetivo de criar um vínculo, trazendo a referência do antes e do depois do lugar, tornando-os agentes multiplicadores do que vão ver e encontrar lá”, ressaltou.
As prospecções (escavações) estão sendo realizadas no solo e na parede dos 1.200 metros quadrados onde estão situados os casarões. Além da sondagem no local, a equipe de canto está fazendo o levantamento topográfico do material encontrado e observando os aspectos construtivos dos casarões construídos entre as décadas de 20 e 30.
Via: Portal Correio
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