sábado, 5 de abril de 2014

Campanha contra radares em JP já tem mais de duas mil assinaturas em dois dias


Semob incia campanha ‘Eu Quero Paz no Trânsito

Uma campanha realizada pelos internautas de JoãoPessoa pede o fim da instalação de radares nas principais vias da cidade. Uma petição online foi criada na quinta-feira (03), e já conta com mais de duas mil assinaturas. Ela deverá ser entregue ao prefeito da Capital Luciano Cartaxo (PT).
A petição está no site AVAAZ e o objetivo da campanha “Diga NÃO aos novos e abusivos radares de João Pessoa”, é fazer pressão na Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana, para que sejam removidos os radares eletrônicos instalados nas avenidas: Cabo Branco, Ruy Carneiro, Edson Ramalho e João Câncio da Silva (Manaíra), Argemiro de Figueiredo e Fernando Luiz Henrique dos Santos (Bessa).
Segundo o documento, essas novas instalações não vão diminuir os acidente e sim gerar mais multas para o cidadão. “Se o objetivo não é arrecadar mais, existem formas e locais melhores para controlar a velocidade do trânsito”. Expectativa do grupo é que as assinaturas cheguem aos 20 mil. Até às 15h20, o site já constava 2.181 assinaturas. 
Campanha contra novos radares em JP
FotoCampanha contra novos radares em JP
Créditos: Reprodução/ AVAAZ
Semob iniciou na manhã dessa quinta-feira, mais uma etapa da campanha ‘Eu Quero Paz no Trânsito’, abordando a importância do respeito aos limites de velocidade. Nessa campanha, as seis avenidas - que já receberam os novoscontroladores de velocidade eletrônica – e estão funcionando de forma educativa até o dia 15 de abril, os condutores serão alertados. A partir do dia 16 de abril, o motorista que ultrapassar a velocidade de 50 km/h será multado.
O diretor-adjunto da Semob, Roberto Pinto, explicou que o objetivo da ação é diminuir os acidentes ocorridos na cidade. “Não desejamos que nenhum veículo seja multado, por isso, sinalizamos bastante as avenidas para que os condutores tomem conhecimento da existência dos equipamentos e mantenham a velocidade dentro do limite permitido, comentou”.
Via: Portal Correio

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