Um servente de pedreiro de 35 anos morreu ao cair de uma altura de 10 metros de um prédio em construção, no bairro do Miramar, em João Pessoa. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O acidente de trabalho aconteceu na manhã desta segunda-feira (9) e a empresa responsável pela obra disse que está prestando assistência à família da vítima.
Ainda segundo a assessoria de imprensa, o homem – ainda não identificado – estava trabalhando dentro de um equipamento chamado de ‘gaiola’ quando o aparelho apresentou defeito e despencou.
Uma unidade do Samu foi chamada ao local, mas o socorro médico constatou o óbito. O Portal Correio entrou em contato com a 3ª Delegacia Distrital, onde o caso foi notificado, mas o pessoal estava se deslocando para a construção e não tinha detalhes do acidente.
A empresa responsável pela obra disse por meio de nota que o Ministério Público e a polícia estão apurando os fatos. Segundo a gerência administrativa da empresa, o trabalhador estava com todos os equipamentos de proteção individual de segurança (capacete, cinto...).
De acordo com a nota, ele estava fazendo a manutenção de bandejas, que é na área externa do prédio, e caiu de uma altura de 10 metros. O motivo da queda, conforme divulgado pela empresa, foi o cinto que não estaria afivelado num ponto de fixação. O cinto tem uma corda que precisa ser manuseada a cada vez que o operário se locomove e tem pontos de ancoragem para fixá-lo. Ele pode ter se esquecido de prender o cinto, disse a empresa.
A gerência finalizou afirmando que sempre orientou sobre o uso de equipamentos de segurança e adverte formalmente os funcionários que em algum momento não os usam.
De acordo com a nota, ele estava fazendo a manutenção de bandejas, que é na área externa do prédio, e caiu de uma altura de 10 metros. O motivo da queda, conforme divulgado pela empresa, foi o cinto que não estaria afivelado num ponto de fixação. O cinto tem uma corda que precisa ser manuseada a cada vez que o operário se locomove e tem pontos de ancoragem para fixá-lo. Ele pode ter se esquecido de prender o cinto, disse a empresa.
A gerência finalizou afirmando que sempre orientou sobre o uso de equipamentos de segurança e adverte formalmente os funcionários que em algum momento não os usam.
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba informou por meio de nota, no fim da tarde desta segunda (9), que a empresa empresa responsável pela obra está totalmente regularizada junto ao Crea-PB, inclusive, com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que é um instrumento através do qual o profissional registra as atividades técnicas solicitadas através de contratos (escritos ou verbais) para o qual o mesmo foi contratado.
Neste caso, a ART que trata da segurança do trabalho estava dentro das exigências necessárias para garantir a segurança coletiva e individual de todos os funcionários.
Neste caso, a ART que trata da segurança do trabalho estava dentro das exigências necessárias para garantir a segurança coletiva e individual de todos os funcionários.
Via: Portal Correio
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